A lebre e o caçador
- Vou matar-te. – disse o caçador.
- Não me mates! Eu sou muito pequenina!
- Porque é que não te devo matar?
- Eu sou muito magrinha e pouco tenho que comer.
- Eu não tenho nada para comer.
- Eu vou ser o teu almoço?
- Vais porque eu estou cheio de fome.
- Não tens mais nada para comer?
- Não e estou a ficar esfomeado
Ao ouvir isto a lebre fugiu rapidamente.
Hugo Ricardo
Uma manhã, uma pequena lebre sai da sua toca e é surpreendida por um caçador.
- Eu vou matar-te! – exclamou o caçador satisfeito.
- Porquê?
- Hoje começou a caça e nesta zona posso caçar. Tu és a primeira lebre que encontro.
- Não sou nada... e aqui não podes caçar.
- Se tu soubesses ler já sabias que aqui posso caçar.
- O que é ler?
- Não te sei explicar e pede a alguém para te explicar.
Enquanto o caçador falava a lebre aproveitou para fugir. Ele apercebeu-se e foi atrás dela. A lebre chegou à toca, escondeu-se e o caçador apareceu e disse à lebre:
- Se não saíres daí eu disparo.
- Por favor não me mates! Tem piedade de mim e da minha família.
- Não te mato se saíres.
- Obrigado caçador. Eu saio mas tem calma.
A lebre saiu e olhou assustada para o caçador.
- Para não te matar, tens de me dar alguma coisa em troca.
- Eu digo-te onde há muitos coelhos. É no monte.
- Eu vou ao monte mas se não encontrar coelhos eu volto para te matar.
O caçador partiu e a lebre ficou na toca até a caça terminar.
Lucas
Uma manhã, uma pequena lebre sai da sua toca e é surpreendida por um caçador.
- Vou caçar-te. – disse o caçador.
- Não me caces porque eu sou pequenina! – respondeu a lebre a choramingar.
- Está bem. Não te caço mas vou ter de encontrar outra lebre maior. Eu preciso de comer!
- Come alimentos que não vêm de animais. - sugeriu a lebre.
- Nem pensar! Eu vou continuar a comer carne.
- Obrigado caçador. – disse a lebre enquanto corria para a sua toca.
Maria Leonor
Uma manhã, uma pequena lebre sai da sua toca e é surpreendida por um caçador.
- Quem és tu?
- Eu sou um caçador.
- O que queres de mim?
- Eu quero matar-te.
- Não me mates por favor! – pediu a lebre ao mesmo tempo que tremia... tremia...
- Pára quieta ou eu disparo.
- Está bem, eu fico quieta.
- Se estiveres quieta eu não disparo.
- Obrigado caçador!
E de repente o caçador disparou. A lebre começou a correr sem parar. Chegou à toca sem força e assustada. Foi ter com o avô e disse-lhe:
- Eu não te disse que aqui há caçadores. Eu tive de fugir de um caçador porque me ia matar.
- Não saias da toca até a caça terminar.
Nuno Filipe
Estou contente por ter conseguido escrever este bonito diálogo, mas sei que ainda tenho de melhorar.
ResponderEliminarLucas
Gostei de ler estes textos. Estão bonitos.
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