No dia 22 de Junho e como “Festa de Final de Ano” , fez-se um almoço de despedida às alunas Ahana e Maria Miguel, na sala de aula e com todos os alunos e os professores ligados à turma (Profª- Conceição, Profª- Isabel, Prof. João, Profª- Nathalie, Profª- Emília, Prof. Carlos e Prof. Manuel). Estas alunas vão deixar de pertencer ao grupo/turma porque vão viver para fora de Guimarães por motivos profissionais dos pais. A Ahana vai para a Índia (Calcutá) e a Maria Miguel para Santarém. A cada aluna foi oferecido um porta-retratos com os alunos da turma para que sejam sempre recordados da mesma forma que elas serão também recordadas pela professora e por todos os colegas que com elas conviveram durante dois anos.
Foi um convívio muito agradável onde não faltou a boa disposição e a alegria de todos, mas também as lágrimas escondidas nos olhos de muitos adultos e colegas com pena das duas alunas terem de sair da turma e da escola.
Os alunos adoraram esta iniciativa e desde já agradeço a todos os pais a maravilhosa forma como contribuíram para que este almoço fosse especial. Obrigada a todos os pais dos alunos da turma pelo vosso carinho e disponibilidade.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A despedida da Ahana e Maria Miguel
Aula de Inglês
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Diálogo
A lebre e o caçador
- Vou matar-te. – disse o caçador.
- Não me mates! Eu sou muito pequenina!
- Porque é que não te devo matar?
- Eu sou muito magrinha e pouco tenho que comer.
- Eu não tenho nada para comer.
- Eu vou ser o teu almoço?
- Vais porque eu estou cheio de fome.
- Não tens mais nada para comer?
- Não e estou a ficar esfomeado
Ao ouvir isto a lebre fugiu rapidamente.
Hugo Ricardo
Uma manhã, uma pequena lebre sai da sua toca e é surpreendida por um caçador.
- Eu vou matar-te! – exclamou o caçador satisfeito.
- Porquê?
- Hoje começou a caça e nesta zona posso caçar. Tu és a primeira lebre que encontro.
- Não sou nada... e aqui não podes caçar.
- Se tu soubesses ler já sabias que aqui posso caçar.
- O que é ler?
- Não te sei explicar e pede a alguém para te explicar.
Enquanto o caçador falava a lebre aproveitou para fugir. Ele apercebeu-se e foi atrás dela. A lebre chegou à toca, escondeu-se e o caçador apareceu e disse à lebre:
- Se não saíres daí eu disparo.
- Por favor não me mates! Tem piedade de mim e da minha família.
- Não te mato se saíres.
- Obrigado caçador. Eu saio mas tem calma.
A lebre saiu e olhou assustada para o caçador.
- Para não te matar, tens de me dar alguma coisa em troca.
- Eu digo-te onde há muitos coelhos. É no monte.
- Eu vou ao monte mas se não encontrar coelhos eu volto para te matar.
O caçador partiu e a lebre ficou na toca até a caça terminar.
Lucas
Uma manhã, uma pequena lebre sai da sua toca e é surpreendida por um caçador.
- Vou caçar-te. – disse o caçador.
- Não me caces porque eu sou pequenina! – respondeu a lebre a choramingar.
- Está bem. Não te caço mas vou ter de encontrar outra lebre maior. Eu preciso de comer!
- Come alimentos que não vêm de animais. - sugeriu a lebre.
- Nem pensar! Eu vou continuar a comer carne.
- Obrigado caçador. – disse a lebre enquanto corria para a sua toca.
Maria Leonor
Uma manhã, uma pequena lebre sai da sua toca e é surpreendida por um caçador.
- Quem és tu?
- Eu sou um caçador.
- O que queres de mim?
- Eu quero matar-te.
- Não me mates por favor! – pediu a lebre ao mesmo tempo que tremia... tremia...
- Pára quieta ou eu disparo.
- Está bem, eu fico quieta.
- Se estiveres quieta eu não disparo.
- Obrigado caçador!
E de repente o caçador disparou. A lebre começou a correr sem parar. Chegou à toca sem força e assustada. Foi ter com o avô e disse-lhe:
- Eu não te disse que aqui há caçadores. Eu tive de fugir de um caçador porque me ia matar.
- Não saias da toca até a caça terminar.
Nuno Filipe
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Diálogo

- Ajuda-me árvore. Eu caí ao chão.
- Eu não posso ajudar-te. Sou uma árvore grande e não posso curvar-me,
- És a única que me podes ajudar. Estou aflita.
- Como?
- Chama alguém.
- Eu vou chamar o João.
- mais alto que ele não ouve.
A árvore seguiu o conselho da folha e gritou:
- JOÃO... JOÃO... JOÃO...
O João apareceu e disse:
- O que aconteceu?
- Consegues por esta folha num dos meus ramos?O João colocou a folha num dos ramos e despediu-se da árvore e da folha.
- Adoro ver as folhas a cair! Que belas cores elas têm!
De repente caiu uma folha amarela junto dela que lhe disse:
- Estou com frio.
- O que te aconteceu?
- Foi o vento. O vento é muito mau – resmungou a folha.
- Não fiques triste. Tive uma ideia.
- Qual é a tua ideia?
- Eu meto-te no meio das minhas folhas e ficas mais quentinha.
- Está bem. Aí fico protegida do frio e do vento.
E foi assim que a folha e a árvore ficaram amigas. Todos os dias conversavam e olhavam as belas folhas das árvores a caírem lentamente e a formarem um belo tapete colorido naquele parque.
- Estás bem?
- Estou um pouco triste.
- Porquê? O que te aconteceu?
- Estou a ficar sem folhas e ao ficar sem folhas fico feia.
- Não ficas nada. És bonita e serás sempre a mais bonita.
- Achas mesmo?
- Claro que sim. Tu nunca vais deixar de ser bela.
De repente veio uma ventania e a folha voou para cima de um telhado. Ficou assustada e começou a gritar:
- Árvore, ajuda-me.
- Não posso sair daqui. Estou presa.
- Presa! A quê?
- As minhas raízes são as minhas pernas e estão debaixo da terra.
- Eu preciso de ajuda. O que faço?
- Chama alguém para te ajudar. Eu gostava de te ajudar mas não posso. Tem calma que aparece alguém.
De repente apareceu uma menina que ajudou a folha.
- Obrigado menina!
- Não me chames menina. Eu sou a Carolina.
- Obrigado Carolina.
A Carolina pegou na folha e levou-a para junto da árvore. Despediu-se da árvore e da folha e regressou a casa.
- Olá árvore! Estás boa?
- Eu estou boa.
- Pareces triste!
- Eu não gosto de viver aqui.
- Porque não?
- Porque aqui há muitos meninos a brincar e eles destroem tudo.
- Mas os meninos gostam de ti.
- Então porque é que eles não me abraçam e me fazem miminhos?
- Tu tens de ser amiga dos meninos para eles serem teus amigos.
Entretanto apareceram dois homens que vinham buscar a árvore.
- Será que eles vão levar-me para outro lugar? – disse a árvore feliz.
- Não sei. Espera e verás.
Os dois homens aproximaram-se da árvore, arrancaram-na e levaram-na para o maior jardim da cidade de Guimarães.
Todas as pessoas que ali passavam falavam com a árvore e elogiavam a sua beleza.
A árvore sentia-se muito feliz naquele jardim.
- Estás bonita!
- Estou triste.
- Não gostas de viver nesta avenida?
- Eu gostava de viver num belo campo porque era mais saudável.
- Tu nasceste aqui?
- Nasci. Fui semeada nesta avenida por um menino.
- Estás a perder a cor verde e estas a ficar despida.
- Eu sei. A poluição desta cidade está a deixar-me velha e feia.
- Queres ir viver para um parque?
- Não. Eu gostava de ir para um campo.
- Vai ser difícil levar-te.
- Porquê?
- És muito grande e pesada.
- Vê se alguém me leva daqui.
- Vou tentar que alguém te leve.
- Obrigada amiga. Eu vou esperar que isso aconteça rápido.A folha partiu à procura de alguém enquanto a árvore esperava com ansiedade esse momento.
- Boa tarde árvore. Estás muito bonita!
- Olá folha. Eu não gosto deste sítio.
- Este sítio é muito bonito. Porque é que tu não gostas?
- Eu gostava de viver num campo no meio de ar puro e aqui só há barulho e poluição.
Enquanto a árvore e a folha conversavam veio uma ventania e a folha ficou com muito medo.
- Árvore, posso ir para trás de ti?
- Porquê? Ainda agora estavas tão contente!
- Tenho medo.
- Medo de quê?
- Do vento. Ele é muito mau.
- Anda que eu protejo-te do vento.
A folha foi para trás da árvore para que o vento não a empurrasse para outro sítio e ela ficasse só.
Uma folha e uma árvore estavam num campo e começaram a conversar. A árvore muito triste queixou-se:
- Está a doer-me o tronco.
- Porquê?
- Porque as minhas folhas não caem e os meus ramos pesam muito.
- Porque é que tu não os abanas?
- Não tinha pensado nisso.
- Eu ajudo-te. Vou pedir ao vento que sopre com força e elas caem.
- Obrigado folha. És uma grande amiga.
De repente veio uma forte ventania e a árvore ficou despida.
- Estás contente? – perguntou a folha.
- Estou um pouco triste porque me sinto despida e sem beleza.
- Ficarás assim até à Primavera. Na Primavera as folhas voltarão a nascer e tu voltas a ter beleza.
- Tanto tempo...era melhor viver cansada e cheia de dores.
- Adeus árvore. Vou deixar-te. Na primavera voltaremos a encontrar-nos.
E a folha partiu deixando a árvore a pensar no que lhe tinha acontecido.
A árvore e a folha sempre unidas
A folha olhou para a árvore e disse-lhe:
- Olá árvore! És muito bonita!
- Obrigado folha. Tu também estás muito bonita!
- Gostas de viver aqui?
- Gosto mas o que mais gosto é da tua companhia.
- Eu também gosto da tua companhia.
De repente a árvore olhou para a folha e viu que ela estava diferente.
- O que tens?
- Tenho medo de te perder. O vento pode empurrar-me com muita força para outro lugar.
- Não te preocupes com isso. Eu nunca deixarei que isso aconteça.
- Fazes isso por mim?
- Faço porque gosto muito de ti.
- É bom ter uma amiga como tu.
- Eu também me orgulho de ti.
A árvore arrastou a folha para junto das suas raízes e ficaram sempre muito unidas que nem o vento as conseguia separar.
- Olá árvore! Parece que não estás feliz!
- Não estou muito boa.
- Porquê?
- Porque aqui chove muito e estou a ficar nua. As folhas estão a cair todas.
- Não fiques triste. As folhas voltarão a nascer.
- Quando?
- Na Primavera.
- Só na Primavera?
- Sim. O tempo passa depressa.
- Nós estamos no Outono, depois vem o Inverno e a Primavera vem mais tarde. Falta muito tempo.
- Tens de ter paciência porque a natureza é assim.
- Quanto mais tempo passar mais fico feia e velha.
- Não digas isso. Tu és uma bela árvore!
- Tu queres alegrar-me. És uma amiga maravilhosa.
E a conversa entre as duas continuou até ao entardecer.
domingo, 3 de outubro de 2010
Pequenos Poetas
e ficou toda destruída.
Ficou debaixo de um tacão
de uma bota colorida.
Afonso André
Eu vi bonitas folhas a cair
das árvores e muito gostei.
O vento estava a sorrir
para alguém que eu sei.
Ahana
Hoje estava muito frio
quando eu saí da escola.
O menino pegou no assobio
que tinha dentro da sacola.
Ana Sofia
Eu adoro o belo magusto
do dia de S. Martinho.
Um dia apanhei um susto
e fiquei branco e mudinho.
Daniela
Eu comi castanhas deliciosas
e estavam muito maduras.
Eu ouvi muitas colegas raivosas
a dizer que estavam muito duras.
Dinis
As castanhas são saborosas
e comem-se no S. Martinho.
Elas são muito gostosas
e comem-se com carinho.
Eduardo
As castanhas são boas
e estão nos belos ouriços.
Elas tinham umas coroas
e ficaram muito castiços.
Francisca Machado
O João tem medo do vento
e da chuva quando cai.
A Inês gosta do céu cinzento
quando ela da escola sai.
Francisca Abreu
As castanhas são deliciosas
e no S. Martinho vou comer.
Elas estavam muito gostosas
e muita água tive de beber.
Gonçalo Soares
e a trovoada também aparece.
Os dias são mais cinzentos
porque o sol desaparece.
Gonçalo Mesquita
Na minha escola
há muito vento.
Quando eu jogo à bola
o céu fica cinzento.
Gonçalo Araújo
O céu ficou cinzento
num dia de trovoada.
A seguir veio o vento
e não estragou nada.
Hugo Miguel
Hoje castanhas assadas comi
e estavam muito saborosas.
Uma garrafa de água bebi
porque elas estavam gostosas.
Hugo Ricardo
Eu comia um fruto delicioso
e de repente deu um trovão.
O vento ficou muito raivoso
e as
José Ricardo
As árvores estão a despir
as suas folhas tão belas.
Elas estão sempre a sorrir
para as cores que há nelas.
Lucas
Eu hoje fui passear
e vi as folhas a cair.
Quando estava a olhar
vi uma folha a sorrir.
Maria
No Outono os frutos são bons
e eu adoro alguns comer.
É como os belos sons
que eu adoro descrever.
Maria João
Na escola vou comer
castanhas no S. Martinho.
E um sumo vou beber
no meu novo copinho.
Maria Leonor
Na escola comi castanhas
e estavam muito saborosas.
Nenhuma delas tinha aranhas
e estavam muito deliciosas.
Maria Miguel
As folhas a caírem formam
tapetes muito coloridos.
As ruas logo se transformam
em momentos divertidos.
Marta Sofia
Eu hoje fui a uma vindima
e vi um senhor as colher
As uvas eram da minha prima
porque me sinto entristecido.
Pedro Rui
Eu estava na minha escola
e o céu ficou muito cinzento.
Eu peguei logo na bola
porque ficou muito vento.
eu comi na minha escola.
Com as minhas artimanhas
eu ainda joguei à bola.
Num dia de muito frio estava a comer castanhas.
De repente ouvi um assobio
que vinha das montanhas.